O que precisa para exercer
Qualificação principal
- FP em energias renováveis, eletricidade ou eletromecânica industrial, com eletrónica de potência e aperto controlado dominados.
- Pacote GWO Basic Safety Training completo e em vigor (primeiros socorros, movimentação manual, combate a incêndio, trabalhos em altura e sobrevivência no mar) — o padrão mínimo do setor.
- Certificação do fabricante instalado (Siemens Gamesa, Vestas — conforme o parque) e habilitação elétrica/HV awareness do operador.
STCW base
- GWO BST — Treinamento Básico de Segurança (Global Wind Organization): Trabalho em Altura, Sobrevivência no Mar, Manuseio Manual, Primeiros Socorros, Conscientização sobre Incêndios
Cursos específicos
- GWO Advanced Rescue Training e evacuação de nacelle/cubo
- Transferência marítima: CTV (boat landing) e passadiços compensados W2W
- SCADA eólico e diagnóstico remoto de alarmes
- Trabalhos verticais em pá (rope access, IRATA como referência — orientativo)
Experiência orientativa
Orientativo: 1-2 anos em manutenção eólica terrestre ou industrial antes do salto offshore; o OEM exige horas supervisionadas por plataforma de turbina antes de assinar intervenções.
Observações
Setor em expansão com a eólica marinha espanhola e europeia: a procura de técnicos GWO supera a oferta. Rotações por campanha ou 14/14 em SOV (orientativo). Progressão: técnico → técnico líder → supervisor de parque → gestão de O&M.
O que este posto faz
Mantém os aerogeradores marinhos: transferido por CTV ou passadiço walk-to-work, sobe a torre para diagnósticos e corretivos de conversores, pás, caixas multiplicadoras e sistemas hidráulicos, trabalha suspenso quando a pá o exige e fecha cada visita contra o SCADA do parque. Combina eletrónica de potência, mecânica e trabalhos verticais com a logística da janela meteorológica.
Quartos típicos
- Transferências frequentes em CTV / Trabalho em altura contínua
Responsabilidades principais
- Manutenção preventiva e corretiva de nacela, pás e gerador.
- Trabalho em altura em gôndola (até 100m) com arnês e corda salva-vidas.
- Transferências diárias de barco CTV (Crew Transfer Vessel) para as torres.
- Diagnóstico de falhas utilizando ferramentas SCADA e OEM.
- Mudança de componentes: filtros, engrenagens, sensores e sistemas de controle.
Âmbito operacional
- Interior da gôndola (altura)
- base da torre
- Navio CTV em trânsito
Ficha revista pela HydroAbyss (2026). As normas e prazos citados são orientativos: a exigência final é definida pelo Estado de bandeira, pela Administração e por cada companhia.