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Espanha · Titulações Náuticas e Profissionais · Navio Mercante · Ponte

Patrão de Litoral (Espanha)

Também conhecido como: Patrão de Litoral · Patrão de Costa

Comando de navios mercantes até 200 GT em navegação costeira (até 60 milhas).

O que precisa para exercer

Qualificação principal

  • Título profissional de Patrão de Litoral da marinha mercante (RD 269/2022), com o Ciclo Formativo de Grau Médio em Navegação e Pesca de Litoral (CFGM)
  • Emitido pela DGMM/Ministério dos Transportes

STCW base

  • A-VI/1 Treinamento Básico de Segurança
  • Barcos de resgate A-VI/2
  • A-VI/3 Combate a incêndio avançado
  • A-VI/4 Primeiros socorros avançados

Cursos específicos

  • Operador Restrito GMDSS (ROC) ou Operador Geral (GOC) dependendo da área de navegação
  • Radar básico / ARPA
  • Manobras e direção de navios

Experiência orientativa

12 meses de embarque credenciado (6 meses como estudante ponte + 6 meses adicionais).

Observações

Qualificação progressiva para Patrão de Altura com embarque adicional e qualificações STCW. Válido para capitães de pesca costeira e embarcações costeiras de passageiros.

O que este posto faz

DepartamentoPonte
GrupoTítulos Profissionais Náuticos (Espanha)
Tipo de funçãoOficial de Comando
Reporta aPatrão de Altura / Armador
SupervisionaMarinheiros e pessoal de serviço

O Patrão de Litoral habilita para o comando de navios mercantes na zona costeira espanhola e comunitária, sendo um nível intermédio entre o Patrão Portuário e o Patrão de Altura.

Quartos típicos

  • Guardas de 4 ou 8 horas dependendo do turno de navegação

Responsabilidades principais

  • Comando de navios mercantes de até 200 GT com distância limitada até a costa.
  • Navegação costeira até 60 milhas da costa.
  • Comando de navios de passageiros com restrições de zona (litoral).
  • Gestão dos quartos, segurança da navegação e prevenção de abalroamentos.
  • Conformidade com os regulamentos STCW e da marinha mercante espanhola.

Âmbito operacional

  • Navegação costeira – até 60 milhas da costa

Ficha revista pela HydroAbyss (2026). As normas e prazos citados são orientativos: a exigência final é definida pelo Estado de bandeira, pela Administração e por cada companhia.